ATENÇÃO - RENOMEIEM O SEU NOME PARA TORNAREM-SE MEMBROS

22/01/2012

SERVIÇO RESERVADO DA POLÍCIA MILITAR PODERÁ SER EXTINTA


Flávio Tavares
Velório
Detetive morto durante ação em favela foi enterrado neste sábado

Editorial do Blog do cabo Fernando: Não acredito numa integração entre as duas políciais, acredito sim em uma "unificação", ou seja, fazer das duas policiais uma só. Tanto a PM quanto a PC tem uns cabeças pensantes que acham que são os reis, as organizações giram em torno de si, não existe mais ninguém que as compõem apenas eles, nós que estamos aqui no primeiro andar da piramide não somos vistos por eles, pois eles acham que estão na cobertura e quando olham para baixo não nos veem como seres humanos, mas como funcionários remunerados. Portanto não haverá ninguém com força e inteligencia suficientes para integrar as duas polícias devido as vaidades de uma e de outra.
Os tais cabeças pensantes da Polícia Civil querem o fim da P/2 sobre o pretexto de que esses militares estão invadindo uma área que é constitucionalmente da PC, eu poderia até aceitar essa justificativa da PC, mas a Constituição Federal diz que o policiamento ostensivo é exclusivo da PM e a PC também invade essa área exclusiva da PM, pois parte dela usa fardamento, cuturno e demais apetrechos do policiamento fardado e não aparece um cabeça pensante da PM para falar a imprensa sobre isso. Esse tal de Secretário Lafaiette Andrada não sabe nem quando esta com fome. Na ocorrencia havida no Aglomerado da Serra, esse Secretário denecriu a imagem de uma das melhores partes da PMMG quando disse que a Rotam eram um bando de marginais fardados, nenhum maioral da PM apareceu para contestar, não apreceu o Coronel Renato, não apreceu o dep. Sgt Rodrigues, não apareceu o ver. Cabo Julio, não apareceu nenhum pres. de associação, enfim, não apareceu ninguem para pedir a saida desse secretário. Houve a morte de um Sgt do Gate e sequer ouvi o referido secretário falar algo sobre o assunto, agora na morte do detetive, o secretário mais uma vez da uma alfinetada na maior organização militar do país que é a gloriosa PMMG, dizendo que viu mais de 30 viaturas da PC ajudando na captura dos assassinos do detetive e que não havia nenhuma da PM para ajudar. Como que pode haver integração entre as duas policiais se o lider maior das mesmas que é o Secretário de Defesa Social, vem a imprensa e fala uma coisa dessa, colocando uma polícia contra a outra. Senhor Lafaiette Andrada, o senhor esta ocupando a pasta errada, deveria vir para a Câmara de Belo Horizonte fazer compania ao Cabo Julio, talvez la o senhor desse certo e não falaria tanta besteira.

Inteligência da Polícia Militar sob ameaça de extinção

Após morte de policial e exoneração de Georgia Ribeiro, novo subsecretário irá assumir o cargo na próxima segunda-feira

O cientista social Frederico César do Carmo assume na próxima segunda (23) o cargo de subsecretário de Estado de Integração e Avaliação da Qualidade das Polícias com a missão de convencer a PM a acabar com o serviço de inteligência batizado de “P-2”, responsável pelas investigações. Entidades que representam a Polícia Civil alegam que investigar é função de detetives e delegados, cabendo aos militares apenas o policiamento preventivo.

Frederico ocupará a vaga deixada por Georgia Ribeiro, exonerada na última sexta-feira depois da morte do detetive Sérgio Barbosa Toledo, de 51 anos, no bairro Industrial, em Contagem, na Região Metropolitana de BH. O policial foi enterrado neste sábado (20) no cemitério do Bonfim, na região Noroeste da capital. Cerca de 150 pessoas, a maioria policiais civis, acompanharam o sepultamento do agente, que deixou uma filha de 16 anos.

O secretário de Estado de Defesa Social, Lafayette Andrada, demitiu Georgia Ribeiro após ser informado de que mais de 30 viaturas da Polícia Civil foram deslocadas, na sexta-feira, para o bairro Industrial, mas que não havia nenhum PM no local para ajudar na caça aos bandidos. Além do detetive, um jovem de 18 anos, que seria usuário de drogas, também foi morto durante o tiroteio. Georgia Ribeiro estava na secretaria há oito anos e sempre atuou na integração das polícias.

O presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil, Denílson Martins, admite que os 9 mil homens da corporação não são suficientes para assumir a investigação de crimes em todo o Estado. Segundo ele, seriam necessários mais 3.500. Em 2012, a previsão é a de sejam preenchidas 300 vagas de investigadores por meio de um concurso público que ainda não foi marcado. “A PM invade a área da Polícia Civil quando realiza a investigação. Os militares não foram preparados para esta função”, diz Denílson.

O diretor da Associação dos Praças Militares e Bombeiros, Luiz Gonzaga Ribeiro, culpa a Polícia Civil por não haver integração. “Para que ocorra um trabalho integrado é preciso que os detetives e os delegados aceitem as regras, e uma delas é a constante avaliação de suas atividades”, afirma Gonzaga.

O deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT), da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, é contra o fim da “P-2”. Ele alega que o serviço não realiza investigação, mas dá suporte com o levantamento de dados que ajudam nas prisões. “Cabe ao secretário de Defesa Social cobrar diariamente do chefe da Polícia Civil e do comandante da PM ações efetivas para que a integração ocorra de fato”, diz.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Defesa Social informou que Georgia Ribeiro pediu afastamento do cargo, e negou que o motivo tenha sido a morte do detetive.


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